O primeiro amor, eternizado
É como se lançado no papel,
Se não com apuro cinzelado,
Que a paixão possui um bom cinzel...
Melhor se preservado na missiva,
Carta, se possível, ou o bilhete
Que acompanha o simples ramalhete
Fanado... na memória ainda viva.
O beijo, então, da despedida,
É sempre guardado numa arca
Para vir à tona bem mais tarde,
Quando a emoção que nele arde
Das cinzas dos lábios, sua marca,
Como a fênix recobra a sua vida.
(sem data)
domingo, 27 de setembro de 2009
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